[Wsis-pct] international support for Sergio Amadeu, Brasil

Beatriz Busaniche busaniche at caminandoutopias.org.ar
Wed Jun 16 01:46:47 CEST 2004


Hi Friends again!

i would like to ask you to give us support for an international campaing
we are starting to support Brasil's politics about free software.

Microsoft started legal actions against Sergio Amadeu, who is
responsable of the ITI National Institut of Information Tecnology,  the
part of the brasilian goverment that is working to move the whole
goverment to free software.

Now they have problems and we are looking for international support to
help them in this crucial issue.

Sorry, it's all in portuguese, and i cannot translate from portuguese
(my portuguese is even worst than my english!! ) but if someone could
help with that, would be great!
thank you all

Beatriz


Campaña internacional

http://www.softwarelivre.org/news/2492

Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del
soft libre


Diego avaliamos que é melhor a manifestação sair da Hipatia de outro
país que
nao seja do Brasil,  "santo de casa não faz milagre "estamos recebendo
muitas
manifestações do Brasil, queremos dar um carater internacional é o que
esta
faltando.
Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope,
grupos de
usuarios, cooperativas, enfim organizações comprometidas com nossa luta.
beijo
Elaine
----- Original Message -----
From: "Diego Saravia" <dsa at unsa.edu.ar>
Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300
To: Coordinadores de Hipatia <coordinadores-hipatia at listas.hipatia.info>
Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft
tentaintimidarGoverno Brasileiro

> Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en
protugues e
> Hipatia apoya
>
> On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
> > Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a
> > justiça,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta
> > batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade  se
> > manifeste quanto a este episódio  escrevendo  para
> > iti.gabinete. at planalto.gov.br bem como divulgando para suas listas,
> >  o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota  oficial da
> > Hipatia quanto ao ocorrido além das manifestações individuais.
> > Abaixo, segue a matéria da Carta Capital que deu origem ao pedido de
> > explicações da Microsoft  e a versão ingles
> >
> > O PINGÜIM AVANÇA
> > Cresce o número de empresas privadas que adotam o Linux. E o governo
> > federal resolve comprar briga com a Microsoft.
> >
> > Por Marineide Marques
> >
> > Quando o finlandês Linus Torvalds criou o Linux, há cerca de uma
> > década, não faltaram profecias sobre a rápida revolução que o
sistema
> > operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes até
> > então disponíveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudanças
> > podem não ter vindo a galope, como previram vários analistas, mas
> > começam a acontecer de maneira mais veloz.
> >
> > No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores
> > companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem
> > adotar o Linux neste ano. A sondagem reforça outro dado, este
> > apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos
> > servidores corporativos do País operam os chamados softwares livres
> > ou sistemas abertos.
> >
> > Efeito pequeno.
> > Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux é restrito
> > A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner,
> > bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os
> > principais motivos para as mudanças são custos, performance e
> > segurança", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
> >
> > Ao contrário dos chamados softwares proprietários, cujo uso está
> > baseado no pagamento de licenças, os sistemas abertos, como o
próprio
> > nome diz, dão livre acesso ao código-fonte, conjunto de comandos que
> > forma um determinado programa. Isso permite ao usuário conhecer
> > exatamente o que tem dentro do software e modificá-lo se assim
> > desejar. É sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o código-fonte
> > do Windows, da Microsoft, um segredo tão cobiçado quanto a fórmula
> > da Coca-Cola.
> >
> > A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu
> > negócio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor
> > custo em relação aos sistemas proprietários, seduz um número cada
> > vez maior de empresas.
> >
> > O Carrefour testa o Linux há alguns meses em cem caixas
> > registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o
> > desempenho das máquinas para desenvolver um plano de migração para
> > toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da
> > informação da cadeia varejista, André de Souza.
> >
> > O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e é uma adesão
> > importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, só em
> > custo de licença a economia está em 30%. Apesar de livre, o Linux
não
> > é de graça. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e usá-
> > lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores,
> > num pacote que inclui suporte e manutenção. Outras vantagens
percebidas
> > pelo Carrefour são velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em
> > Linux gasta 30 segundos para fazer uma operação que durava três
> > minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
> >
> > Ele destaca ainda o ganho, embora não mensurável, de independência
de
> > fornecedor, ou seja, não ficar preso a um único fabricante, uma vez
> > que o Linux é desenvolvido por várias empresas. O gerente não cita
> > nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe
que
> > ele está falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que
> > domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo números
> > da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Servidores são máquinas potentes
> > que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
> >
> > O avanço do Linux no mercado corporativo não é desprezado pela
> > Microsoft, mas a gigante fundada pelo milionário Bill Gates vê os
> > sistemas abertos como aplicações de nicho. "Em dez anos, o Linux só
> > conseguiu participação restrita em segmentos específicos, como
varejo
> > e web", comenta o gerente de estratégia de mercado da Microsoft,
> > Eduardo Campos de Oliveira.
> >
> > Não é bem assim. Aos poucos, o Linux começa a conquistar o setor que
> > mais investe em tecnologia da informação, os bancos (previsão de
> > gastos de R$ 11,5 bilhões em 2004). É um território onde a Microsoft
> > sempre nadou de braçada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em
duas
> > áreas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de
> > auto-atendimento. A idéia é migrar parte das máquinas nos próximos
> > três anos. Hoje, o Linux já controla todo o sistema de impressão da
> > rede de agências e roda alguns controles internos do banco. Nas
> > contas da instituição, o uso do Linux proporciona economia de até
> > 50%, dependendo da área. "A plataforma aberta favorece questões
> > estratégicas", informa o diretor de operações de tecnologia da
> > informação do HSBC, Leignes Andreatti.
> >
> > No governo.
> > Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso
> > O grande desafio dos sistemas abertos é provar que dão conta de
todas
> > as aplicações críticas de uma companhia, afinal o sistema ganhou
> > espaço, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das
> > máquinas. Isso reflete mais a falta de experiência do que a
> > incapacidade do software aberto para suportar tais aplicações.
> >
> > A Lojas Renner é um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores da
> > companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o
sistema
> > operacional da Sun, mas serão substituídos pelo software livre à
> > medida que envelhecerem. "A opção é pelo melhor, independentemente
de
> > custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo
Franciosi.
> >
> > Como prova de confiança nos sistemas abertos, a Renner será pioneira
> > na implantação de um sistema de controle de compras e estoques
> > baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a versão
> > porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso
> > da experiência da rede brasileira com os softwares livres já foi
> > alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a opção
> > não se repetiu por lá.
> >
> > À medida que cresce o número de empresas que utilizam softwares
> > abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes
> > mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que não dá
> > para ignorar essa expansão e incorporaram a plataforma às suas
> > máquinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o
> > cliente não vá utilizar essa solução, ele prefere a máquina que dê
> > essa possibilidade de diversificação no futuro", comenta o gerente
de
> > marketing para servidores da companhia, Jaison Patrocínio.
> >
> > A situação se repete na IBM, onde todas as máquinas saem de fábrica
> > habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e
> > distribuição do software livre é um fato irreversível, uma força que
> > ninguém pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da
> > divisão de softwares da IBM Brasil, Tarcísio Lopes.
> >
> > "É um modelo de negócios que não se sustenta", desafia Oliveira, da
> > Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com
> > Linux. A dúvida decorre do fato de que todo aperfeiçoamento feito no
> > programa deve ser passado adiante para que outros usuários conheçam
a
> > versão melhorada. "Quem paga por essa inovação, se ela não pode ser
> > apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a
líder
> > mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilhões por ano em
> > pesquisa e desenvolvimento.
> >
> > Criado em 1991 por Torvalds, na época estudante de Ciência da
> > Computação da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um
> > pingüim, o Linux fez a alegria dos nerds, graças à possibilidade de
> > acesso ao código-fonte. Em pouco tempo, despertou a atenção das
> > empresas. Para evitar que alguém se apropriasse das melhorias e
> > fizesse uma versão fechada, Torvalds criou uma licença especial de
> > uso que proíbe que o código original ou qualquer modificação feita
> > com base nele seja fechada.
> >
> > No Brasil, Linux é sinônimo de Conectiva, empresa paranaense que
> > lidera a venda de sistemas e serviços baseados em software livre no
> > Brasil, com mais de 70% da base instalada no País, segundo dados do
> > IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de
> > venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos últimos quatro anos, a
> > empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder
> > público, e vem treinando uma média de 15 mil profissionais por ano,
> >  de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
> >
> > A forte dependência das compras do governo derrubou o faturamento da
> > Conectiva no ano passado em 30%. "O governo só gastou 7% do
orçamento
> > de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica
> > Stulzer. Mais do que provar que o modelo de negócios do Linux
> > funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustentação mesmo com
encolhimento
> > das compras oficiais e acirramento da concorrência das
multinacionais.
> >
> > O maior interesse das companhias privadas não serve apenas aos
> > interesses da Conectiva. Ele reforça a posição do governo federal,
> > defensor e estimulador da adoção dos softwares livres. "O que está
em
> > disputa é o futuro, não o presente", diz Sérgio Amadeu, presidente
do
> > Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão
> > subordinado à Casa Civil que tem a função de disseminar o software
> > livre entre ministérios, empresas públicas e autarquias.
> >
> > Ex-funcionário da prefeitura petista de São Paulo, Amadeu decidiu
> > comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas
> > operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente
> > do ITI, o modelo de software proprietário inviabiliza a
> > informatização do País, dada a necessidade de pagamento de licenças
> > a empresas estrangeiras. "Um país pouco informatizado como o Brasil
> > pagou US$ 1,1 bilhão em licenças de software em 2002. O valor só
> > tende a subir", diz. os gigantes do software. "É uma guerra do ponto
> > de vista tecnológico", afirma, enumerando China e Índia como aliados
> > do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Ministérios da
> > reserva de mercado do software proprietário".
> >
> > Na defesa do software livre, Amadeu não poupa críticas à Microsoft,
a
> > quem acusa de "prática de traficante" por oferecer o sistema
> > operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a
instalação
> > em programas de inclusão digital. "Isso é presente de grego, uma
> > forma de assegurar massa crítica para continuar aprisionando o
País."
> >
> > A declaração causou evidente desconforto na Microsoft. "Não se deve
> > subestimar a capacidade de decisão do usuário como se ele não
tivesse
> > livre-arbítrio no futuro", rebate Oliveira. Já Lorenzo Madrid,
> > diretor da Microsoft para o setor público e educação, se diz
> > preocupado com o componente ideológico da decisão de governo.
> > "Defendemos a competição baseada em técnica e preço."
> >
> > O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os
> > órgãos públicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam baseados
> > em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um negócio no
> > qual ela faturou R$ 55 milhões em 2003, ou 6% das vendas totais no
País.
> > "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
> >
> > O apelo da gigante americana não comove Amadeu, que promete colocar
> > mais pimenta na discussão. Até junho, o governo federal pretende
> > lançar uma campanha publicitária de apoio ao software livre. Até o
> > fim de 2004, quatro ministérios devem ter migrado seus servidores
> > para o software aberto: Ciência e Tecnologia, Minas e Energia,
> > Cultura e Relações Exteriores. Para Amadeu, este ano será decisivo
> > para vencer "a estratégia do medo, da incerteza e da dúvida", como
> > ele classifica o modelo de negócios da Microsoft. O sucesso do
> > software livre só o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de
> > Bill Gates será travada no presente.
> >
> > Veja as repercussões em
> > http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=5338&mode=thread&order=0
> >   e
> > http://www.softwarelivre.org/news/2479
> >
> > Dear friends,
> >
> > It is with vexation that I communicate that the world's largest
> > proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on
> > operating systems is trying to repress the use of  Free Software
> > within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an
> > interpelation on the 15th of June against one of the greatest
> > fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio
> > Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given
> > by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu
> > compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug
> > dealers where "the first shot is always for free", probably in a
> > reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that
> > later) in which it's said that with proprietary software "we are
> > given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it
> > and start to pay for further updates or new products acquisition,
> >  that's why I don't see any difference between drug traffic and
> > software traffic". Another reason for the interpelation is the use
> > of the expression "Medo, Incerteza e Dúvida" which translates as
> > "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to
> > microsoft's marketing tactics.
> >
> > There's  a single goal behind this action which is to try to put a
> > halt to the Free Software Movement in our government and within our
> > Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly
> > and the massive external royalty payments due to licencing costs
> > Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much
> > larger than a company which employs only about 200 people in Brazil.
> > We have to stand together with one of  the persons who helps to
> > bring real technical inovation to this government, and spread the
> > news that a huge  company is suing a person just for stating ideas
> > which  are well supported and  coherent .
> >
> > This battle is being fought inside and outside the government, to
> > try to end the market reserve that exists for proprietary software,
> >  which not rarely shows less quality than the Free (libre)
> > counterparts, besides being impossible to audit.
> >
> > According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian
> > government choice for free software can lead the nation to the wrong
> > direction, when it comes to computer software matters. The wrong
> > direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests.
> > Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it
> > did when the IT market was protected (refering to a law that was
> > passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years
> > from now we'll have a dominant position in something that is
> > insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is:
> > If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to
> > sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT
> > institute (ITI) instead of any other member of the free software
> > community? Why are they suing an individual instead of an
> > institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he
> > said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin
> > is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to
> > integrate with anyone else"  and he adds: "The use of a Microft
> > product ties oneself to the need of more and more". Who uses a
> > computer knows it.
> >
> > The problem is that Microsoft is trying to sell something very
> > different from what the Government wants to buy, and trying to force
> > us to stick with what we don't need.
> >
> > The monopoly is trying to intimidate the government , we need to
> > show that the Free Software Community and the Brazilian Government
> > are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign
> > company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his
> > point of view, in respect to the freedom of speech.
> >
> > It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our
> > country, more than that, it's a shame that we buy their products
> > even knowing that they often lack quality and bring technological
enprisionment.
> >
> > Dedicated to the friend and fellow Sérgio Amadeu da Silveira.
> >
> > Loosely translated from portuguese based on an article published by
> http://www.cipsga.org.br
> > --



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